Meu filho teve convulsão. E agora?

Saber o que se deve ou não fazer ao presenciar um ataque convulsivo pode evitar consequências graves.

Hospital Samaritano


19 de junho de 2015


3 minutos
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Só quem já passou por uma situação dessa sabe o desespero que é ver a criança convulsionando e não saber o que fazer e nem o motivo pelo qual aquilo está acontecendo.

A convulsão em crianças não é um fenômeno raro, principalmente nas que estão em idade pré-escolar. Na maioria dos casos tratam-se de epilepsias benignas da infância, com grande possibilidade de tratamento eficaz. Porém, devemos lembrar que nem toda convulsão é sinônimo de epilepsia. Por isso, o acompanhamento médico é fundamental para identificar a causa e o tratamento adequado desde cedo.

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“Esse problema é um transtorno neurológico súbito e transitório. Porém, existe a epilepsia de difícil controle, que felizmente acomete uma pequena parte da população. No entanto, estas pessoas necessitam de tratamento altamente especializado, além do diagnóstico correto e contínua orientação”, explica o Dr. Renato Anghinah, Coordenador do Núcleo de Neurologia do Hospital Samaritano.

A epilepsia pode se manifestar de algumas formas, sendo as mais comuns: a ausência, episódio que a pessoa parece estar fora do ar, sendo mais frequente na infância e os abalos focais em uma parte do corpo ou generalizados com perda de consciência, que é o que conhecemos como convulsão, em que geralmente a pessoa fica se dabatendo.

Em casos de presenciar um ataque convulsivo, as orientações são:

  • Vire a pessoa de lado para que não se engasgue com a própria saliva ou vômito;
  • Retire todos os objetos do lado para evitar que ela se machuque;
  • Não puxe a língua para fora ou tenta abri a boca da pessoa;
  • Em casos em que a crise não cessar, procure atendimento médico o mais rápido possível. Uma crise é considerada fora da normalidade para a situação quando dure mais do que cinco minutos;
  • Independente do atendimento de urgência, a pessoa necessita de consulta com um neurologista.

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