Entenda os riscos e sintomas da SEPSE

No mundo, a cada segundo uma pessoa é vítima da doença.

Hospital Samaritano


28 de setembro de 2015


4 minutos
Entenda os riscos e sintomas da SEPSE

A SEPSE é uma doença infecciosa grave que afeta, aproximadamente, 30 milhões de pessoas por ano e pode ser considerada mais comum que um ataque do coração e até alguns tipos de câncer.

Ainda desconhecida pela população, ela surge como uma resposta do organismo a uma infecção que, se não tratada adequadamente, pode se espalhar para os vasos sanguíneos atingindo outros órgãos.

Quando a infecção se torna sistêmica, os riscos são maiores. O rápido quadro evolutivo da doença, a falta de atenção aos sintomas ou até mesmo o diagnóstico incorreto contribuem para a alta mortalidade.

No Brasil, a mortalidade da Sepse Grave e do Choque Séptico é de 44,8%, segundo dados do Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS). No mundo, estima-se que a cada 1 segundo uma pessoa morre por SEPSE.

Como reconhecer a sepse, a sepse grave e o choque séptico

A doença se manifesta com infecção e o aparecimento de sinais de inflamação generalizada, como febre e coração acelerado (mais de 90 batimentos por minuto) e/ou febre com respiração acelerada (mais de 20 respirações por minuto). A presença de calafrios também pode indicar sepse.

Nos casos mais graves, os sintomas são o mau funcionamento dos órgãos, diminuição da quantidade de urina, sonolência excessiva, confusão mental, falta de ar, entre outros. Em situações ainda mais graves, ocorre queda da pressão arterial e o sangue não consegue mais chegar adequadamente em todo o organismo.

Salvar vidas requer rapidez no atendimento

A rapidez no reconhecimento da doença e o seu tratamento rápido reduzem as chances de complicações graves e até mesmo a morte. O Hospital Samaritano tem melhorado continuamente o resultado de seu protocolo de tratamento da SEPSE, atingindo índices alcançados pelas melhores instituições de saúde do mundo.

Hoje, 100% dos pacientes com sintomas da patologia são atendidos pelo protocolo, com a coleta de exames para confirmação e administração de antibióticos para combater a infecção.

Quer saber mais sobre a doença? Confira nosso infográfico (clique na imagem para abri-la):

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