Conheça o Dr. Nemi Sabeh Junior, coordenador do Centro Avançado de Medicina do Esporte do Hospital Samaritano

Médico pratica levantamento de peso, musculação, pilates e é responsável pela Seleção Brasileira Feminina de Futebol

Hospital Samaritano de São Paulo


20 de janeiro de 2017


7 minutos

Criado para oferecer todos os cuidados e orientações que praticantes de atividades físicas ou atletas precisam, o Centro Avançado de Medicina do Esporte do Hospital Samaritano é coordenado pelo Dr. Nemi Sabeh Junior, médico especialista em medicina esportiva pela Universidade Federal de São Paulo.

Com passagem em diversas instituições nos Estados Unidos estudando ortopedia e traumatologia, principalmente em ombro, cotovelo e joelho, Dr. Nemi fala sobre os diferenciais da área, sua carreira e vida médica. Confira!

Como surgiu seu interesse pela medicina esportiva?

Começou em 2005 quando eu era um dos médicos que trabalhava para o Dr. Osmar de Oliveira. Na ocasião, fazia um trabalho de ortopedia, especializado em cirurgias artroscópicas e de ombro. O próprio Dr. Osmar me chamou para fazer parte do Sport Club Corinthians Paulista. Desde então, trabalho com atletas, principalmente de futebol, e hoje sou médico responsável pelo Departamento Médico da Seleção Brasileira Feminina.

Pessoalmente, qual esporte ou atividade física você pratica?

Faço musculação como exercício de força, aulas de pilates e pratico muito o levantamento de peso olímpico.

Quais são os principais aprendizados e bagagem que você carrega do período de extensão universitária nos Estados Unidos?

Conheci muitos centros esportivos, pois a seleção feminina me levou ao mundo. São oito anos de viagens e conhecimento de lugares especializados em medicina esportiva.

Qual é o papel do médico do esporte?

Ele é responsável pelo diagnóstico, determinação de uma periodização de intensidade de treino e algumas variáveis na alimentação. Além disso, o médico do esporte pode limitar atividades ou execução de movimento ao educador físico e promover o aumento de performance.

Qual é o principal desafio desta especialidade?

Espaço. Hoje, o médico do esporte ainda é visto como médico de atletas. O médico do esporte tem a capacidade de ajudar a prevenir doenças que podem ser tratadas com exercícios.

Como é seu trabalho no Departamento Médico da Seleção Brasileira Feminina de Futebol?

Sou o médico responsável; participo dos jogos e treinos do time principal esporadicamente. Lá na equipe, realizamos as avaliações médicas para o esporte com diagnóstico pré-participação para as competições e início de treinos a cada ano.

Como é seu trabalho no Samaritano?

Espetacular! O Samaritano me deu a liberdade de transformar um centro de diagnóstico médico e tratamento em um centro de avaliação da fisiologia do esporte, em busca da performance para o esporte. Visto como médico do esporte posso realizar avaliações para indicar a melhor atividade a qualquer pessoa, seja atleta ou sedentário.

Como o trabalho na Seleção agrega seu trabalho no Samaritano?

A Seleção é um sonho! Estou lá há oito anos, me trouxe muita bagagem. O Samaritano é o lugar que posso dispor da tecnologia que encontro no alto índice para aplicar em pessoas não-atletas. Virou o meu dia a dia.

Quais são os diferenciais, como é o atendimento no nosso Centro Avançado de Medicina do Esporte?

O diferencial é fazer uma avaliação extremamente esportiva. Além da análise comum de saber se o paciente tem capacidade ou restrições para um exercício, temos outras importantes variáveis como a prevenção de lesões e indicativos de intensidade e evolução de treino. Nós temos a capacidade de avaliar o paciente/atleta do mesmo jeito que é o seu treinamento, seja no saco de bater (no caso de lutas), na bicicleta ou na corrida (base de qualquer esporte terrestre). Fazemos uma avaliação do metabolismo, ou seja, da quantidade necessária para a alimentação e equilíbrio do corpo, e uma avaliação médica global para a prevenção e orientação de tratamento de possíveis doenças.

Qual é a importância do Samaritano em sua carreira e vida?

É a minha casa. O Samaritano abriu as portas para eu fazer o que mais sei. Me deu liberdade para atuar como multiespecialista e trazer a informação do esporte para todas as pessoas. Mudou a forma de fazer medicina em minha vida.

Saiba mais sobre o Centro Avançado de Medicina do Esporte.

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