Conheça melhor o transplante autólogo de medula óssea

Saiba em quais casos pode ser feito e como são retiradas as células-tronco

Hospital Samaritano


18 de outubro de 2016


3 minutos

O transplante autólogo de medula óssea – ou também chamado de quimioterapia em altas doses, seguida de resgate com células-tronco do sangue – é quando o paciente precisa receber um tratamento mais intensivo do que a quimioterapia convencional.

Como a quimioterapia é muito forte neste caso, como efeito colateral, a medula óssea do paciente acaba morrendo e então surge a necessidade de injetar células da medula óssea do próprio paciente para fazer com que ela se regenere.

“O transplante autólogo de medula óssea pode ser feito em casos de linfomas, mieloma, alguns tumores sólidos e algumas doenças não oncológicas, como por exemplo, alguns casos de esclerose múltipla e doenças auto-imunes”, comenta Dr. Ricardo Chiattone, do Centro de Transplante de Medula Óssea do Hospital Samaritano.

Como são coletadas as células?

Após um estímulo com medicação, que o paciente recebe via injeções subcutâneas, as células da medula óssea ganham a corrente sanguínea e, dessa forma, podem ser coletadas por uma máquina de aférese, exatamente da mesma forma que uma doação de plaquetas.

Não há tratamento dessas células após serem retiradas, uma vez que são chamadas de células-tronco. São células muito jovens que ainda virarão as células do sangue.

Após a retirada, as células são misturadas com um produto chamado crioprotetor que, quando congeladas, permanecem inativas, porém protegidas. Elas podem ficar congeladas por até 10 anos.

Saiba mais: Medula Óssea: a importância de ser um doador voluntário O que é aférese?

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