Estimulação Cerebral Profunda na doença de Parkinson

Saiba mais sobre como funciona o procedimento cirúrgico indicado no tratamento da doença de Parkinson para alguns pacientes

Hospital Samaritano


28 de fevereiro de 2018


11 minutos
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A estimulação cerebral profunda tem sido estabelecida como um tratamento cirúrgico seguro e eficaz na neurologia para um grupo selecionado de pacientes com a doença de Parkinson, distonias, alguns tipos de tremor (como o tremor essencial), os tics e a síndrome de Gilles de la Tourette. Em geral, ela é indicada quando, apesar do uso de medicações em doses adequadas, o paciente ainda mantém muitos sintomas, com comprometimento da sua qualidade de vida.

A técnica consiste na colocação de dois pequenos eletrodos na região cerebral afetada, de forma que a conexão de um determinado grupo de neurônios possa ser reestabelecida, e os sintomas aliviados. Os pulsos elétricos são fornecidos através de um aparelho semelhante a um marca-passo cardíaco que fornece a estimulação elétrica à regiões precisamente localizadas no cérebro.

 

 

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