Conheça os benefícios da embolização uterina

Tratamento minimamente invasivo reduz desconfortos causados pelo mioma.

Hospital Samaritano


7 de outubro de 2015


4 minutos
Embolização sem cólicas e sangramentos intensos

Você já deve ter ouvido falar em mioma, um tumor benigno que se aloja no útero. Mas, o que talvez você não saiba é que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), aproximadamente 50% das mulheres na fase reprodutiva apresentam esse problema.

Uma nova opção promete tratamento minimamente invasivo, seguro e eficaz que mantém as chances de fertilidade. É a embolização uterina, técnica de interrupção da irrigação sanguínea do útero, bloqueando assim o crescimento do tumor. R

eferência na técnica no Brasil, Dr. Marcos Messina, ginecologista do Hospital Samaritano de São Paulo, explica que “além de ser minimamente invasivo, seguro e eficaz pode, em casos selecionados, ser aplicada para manutenção da fertilidade da mulher, o tratamento também favorece a redução de desconfortos”.

Aproximadamente 90% das mulheres que tinham sangramento intenso e cólicas, podem voltar a menstruar normalmente e não sentir mais dor. E mais, os miomas regridem até 40% de seu volume em seis meses após a embolização.

“O acompanhamento médico após o procedimento de embolização deve se estender por pelo menos mais um ano. Esse tempo é necessário para que o tratamento seja avaliado”, completa o especialista.

A técnica de embolização é rápida e segura. Faz-se uma pequena incisão – com anestesia local – na virilha, de aproximadamente dois milímetros. Um catéter é conduzido pelas artérias até chegar às artérias uterinas que levam sangue para o útero e os miomas.

“Não é necessário dar pontos, uma vez que o procedimento não deixa qualquer cicatriz”, enfatiza Dr. Messina. Após o processo, a paciente permanece na sala de recuperação e, em seguida, volta para o apartamento.


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“A embolização uterina demanda na maioria das vezes apenas um dia de hospitalização. Além disso, a recuperação é muito rápida. Após uma semana, a mulher já poderá retornar às suas atividades”, finaliza Dr. Marcos Messina.

Listamos os quatro tipos mais comuns de mioma uterino em outro post. Leia e saiba mais sobre o assunto.

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