Entenda como funciona o Pronto Socorro

Hospital Samaritano de São Paulo


13 de janeiro de 2017


8 minutos

No Hospital Samaritano, o serviço de emergência possui uma série de protocolos de atendimento que visam garantir a segurança do paciente e a qualidade assistencial, atrelados a processos e fluxos que são frequentemente revisados.

A classificação de risco, realizada por um enfermeiro na chegada do paciente, tem como objetivo priorizar o atendimento de pacientes graves. Para isso registramos a queixa principal e os antecedentes clínicos e também verificamos os sinais vitais (pressão arterial, temperatura, frequência cardíaca, saturação de oxigênio e escore de dor). Definida a classificação de risco, o enfermeiro encaminha o paciente para atendimento com médico emergencista, ortopedista, otorrinolaringologista ou ginecologista.

“Utilizamos como referência o instrumento para triagem em serviços de emergência: Canadian Triage and Acuity Scale (CTAS) e os Protocolos Institucionais Assistenciais Multidisciplinares de sepse, dor torácica, AVC e trauma”, explica Rafaela Caliman, Líder de Enfermagem do Pronto Socorro Adulto do Hospital Samaritano.

Além disso, a equipe da recepção também tem um importante papel no cuidado com o paciente. Rafaela explica que esta equipe é treinada para identificar sinais de alerta e acionar a enfermagem para avaliação. “Os principais sintomas são: dor ou desconforto no peito, sangramento ativo, falta de ar, formigamento ou perda da força em uma parte do corpo e alteração na fala”, comenta.

Significado das cores

Entenda o que significa cada cor na classificação de risco (triagem).

Vermelho: Condições que representam ameaça à vida (ou risco iminente de deterioração) e que requerem intervenções imediatas e agressivas. Tempo para avaliação médica: imediata.

Laranja: Condições que representam risco potencial para a vida ou incapacidade funcional e que requerem intervenção médica rápida ou ações delegadas.

Amarelo: Condições que podem potencialmente evoluir para um problema sério, que necessite de intervenção de emergência.

Verde: Condições com menor grau de urgência ou risco de complicações.

Azul: Condições agudas não urgentes pode ser parte de um problema crônico com ou sem evidência de piora.

Tempo de espera

Quando se vai a um Pronto Socorro, o tempo de espera pode deixar pacientes e acompanhantes apreensivos. No Hospital Samaritano, o objetivo é prestar assistência no menor intervalo de tempo possível, buscando a segurança e o conforto dos nossos clientes. Casos mais graves são atendidos prioritariamente, não obedecendo necessariamente a ordem de chegada.

“Na home do site e nos painéis dos saguões é informado o tempo de espera para atendimento de pacientes em condições não emergenciais. Este tempo é extraído de um sistema de gestão, que não permite interferências nos dados”, esclarece Dr. Claudio Isaac, Coordenador Médico do Pronto Socorro Adulto.

As informações deste sistema são atualizadas automaticamente, a cada cinco minutos, e podem sofrer alterações a qualquer instante, dependendo da necessidade do atendimento de pacientes com maior grau de urgência.

E não é só a equipe médica que faz parte desse processo. Lilian Correia, responsável pela Tecnologia da Informação, acrescenta que a equipe tem como função “identificar onde a tecnologia consegue apoiar as áreas de negócios e quais processos podem ser automatizados ou otimizados para reduzir o tempo e a disponibilidade da informação”.

Dr. Isaac reforça que “casos mais graves ou instáveis são avaliados prioritariamente, e esta avaliação pode consumir mais tempo que uma consulta habitual de Pronto Socorro”.

No Hospital Samaritano, sabemos da importância da agilidade e rapidez do processo e somos rigorosos com isso.  Apesar de protocolos internacionais de classificação de risco estabelecem até 6 horas para atendimento de casos classificados como verde e azul e da recomendação do Ministério da Saúde em fixar um limite de até duas horas de espera, temos uma meta de atender 95% dos clientes em até 80 minutos.

Períodos de pico

A sazonalidade das doenças – patologias que ocorrem com maior frequência em determinada estação do ano – muda a rotina de atendimento no Pronto Socorro.

“A programação antecipada e o acompanhamento diário dos atendimentos nestes períodos, com alterações na gestão de fluxos, leitos e de recursos humanos, aliado a adoção de protocolos específicos, permite que o Samaritano esteja preparado para receber todos os seus clientes, garantindo uma assistência segura”, finaliza Dr. Isaac.

Saiba mais sobre nosso Pronto Socorro Adulto e Infantil.

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